Embrapa Milho e Sorgo
Sistema de Produção, 1
ISSN 1679-012X Versão Eletrônica - 8ª edição
Out./2012
Cultivo do Milho

José Magid Waquil
Paulo Afonso Viana
Ivan Cruz

Sumário

Apresentação
Economia da produção
Zoneamento agrícola
Clima e solo
Ecofisiologia
Manejo de solos
Fertilidade de solos
Cultivares
Plantio
Irrigação
Plantas daninhas
Doenças
Pragas
Colheita e pós-colheita
Mercado e comercialização
Coeficientes técnicos
Referências
Glossário

Autores
Expediente

Pragas

Manejo integrado de pragas (MIP)

A definição de MIP adotada por um painel organizado pela FAO enuncia: "Manejo Integrado de Pragas é o sistema de manejo de pragas que no contexto associa o ambiente e a dinâmica populacional da espécie, utiliza todas as técnicas apropriadas e métodos de forma tão compatível quanto possível e mantém a população da praga em níveis abaixo daqueles capazes de causar dano econômico".

Os fundamentos, tanto do Controle Integrado como do Manejo Integrado de Pragas, baseiam-se em quatro elementos: na exploração do controle natural, dos níveis de tolerância das plantas aos danos causados pelas pragas, no monitoramento das populações para tomadas de decisão e na biologia e ecologia da cultura e de suas pragas. Estas premissas implicam no conhecimento dos fatores naturais de mortalidade, nas definições das densidades populacionais ou da quantidade de danos causados pelas espécies-alvo equivalentes aos níveis de dano econômico (NDE) e de controle (NC), que fica imediatamente abaixo do NDE. Outra variável importante seria a determinação do nível de equilíbrio (NE) das espécies que habitam o agroecossistema em questão. Em função da flutuação da densidade da espécie-alvo e de sua posição relativa a esses três níveis (NE, NDE E NC) ao longo do tempo, as espécies podem ser classificadas em pragas-chave (densidade populacional sempre acima do NDE), pragas esporádicas (densidade na lavoura raramente atinge o NDE) e não-pragas (a densidade da espécie em questão nunca atinge o NDE). Mais recentemente tem sido proposto também o nível de não-controle (NNC), ou seja, a densidade populacional de uma ou mais espécies de inimigos naturais capaz de reduzir a população da espécie -alvo a níveis não econômicos, dispensando assim, a utilização de medidas de controle.

Monitoramento

O monitoramento é o primeiro passo para se praticar o MIP. Sem monitorar a densidade populacional da espécie-alvo no campo não há como se aplicar os princípios do MIP. Assim, recomenda-se iniciar o monitoramento mesmo antes de se iniciar o plantio. A freqüência e o método de amostragem depende da fase de desenvolvimento da cultura e do nível de precisão que se pretende conduzir o manejo. Quanto maior a freqüência e tamanho da amostra melhor, entretanto, deve-se considerar também os custos dessas amostragens.

Monitoramento de pragas de solo - Deve-se examinar amostras de solo de 30 cm x 30 cm por 15 cm de profundidade utilizando-se uma peneira e procurando por insetos. Para a larva-arame, medias de controle devem ser adotadas se dois ou mais insetos forem detectadas por amostra. A média de uma larva pôr amostra é suficiente para causar dano significativo. Neste caso, o tratamento do solo com inseticidas é necessário.

Para a simples detecção da presença de insetos no campo, pode-se proceder da seguinte maneira: tomar cerca de 200 g de sementes sem tratamento e enterrar em locais, com identificação, dentro da área a ser cultivada e cobrir com um pedaço de plástico transparente; alguns dias depois, desenterrar o material e procurar por insetos. No caso de cupins subterrâneos, examinar pedaços de colmo ou sabugos de milho da cultura anterior ou pode-se enterrar pedaços desses materiais ou mesmo rolo de papel higiênico (sem cor e perfume) em pontos estratégicos e após alguns dias examinar o material visando detectar a presença de insetos.

Monitoramento de pragas iniciais e do período vegetativo - Sendo realizado o tratamento de sementes, esse levantamento pode ser iniciado a partir da terceira semana após a semeadura do milho. A detecção de cigarrinhas pode ser feitao através de exame direto ou utilizando-se rede entomológica. Para se estimar densidades com maior precisão pode-se usar o método do saco plástico. Neste caso, se em áreas e/ou condições de risco de incidência de enfezamentos e viroses, recomenda-se fazer o controle quando detectado a presença dos insetos. No caso da incidência da lagarta-do-cartucho, lagarta-elasmo, broca-da-cana ou lagarta-rosca, deve-se estimar a incidência contando-se o número de plantas atacadas em 10 m de fileira e adotar medidas de controle em função do nível de dano. Para o controle da lagarta-do-cartucho, existem recomendações de amostragemns seqüencial.

Algumas estratégias de manejo

Tratamento de sementes

O tratamento de sementes é uma prática que tem sido largamente difundida nos últimos anos visando o controle de pragas subterrâneas e iniciais da cultura do milho em áreas que apresentam histórico de problemas oriundos de ataque de determinados grupos de insetos (ver sessões de pragas subterrâneas e iniciais). Os danos causados por essas pragas, resultam em falhas na lavoura devido a sua alimentação, nas sementes após a semeadura, nas raízes após a germinação, e da parte aérea de plantas recém-emergidas. Tem-se como ponto primordial para se obter alta produtividade na lavoura, o estabelecimento de um número ideal de plantas por área para que tal fato se suceda. Em lavoura com baixo estande, a utilização dos demais insumos não contribuirão para que o agricultor obtenha a rentabilidade esperada da lavoura.

No tratamento de sementes, a quantidade relativamente pequena de ingrediente ativo aplicado sobre a semente, protege as sementes no solo até a sua germinação, bem como as raízes e a parte aérea da planta logo após a sua emergência. O seu emprego, muitas vezes reduz a necessidade de pulverizações de plantas recém-emergidas com inseticidas de custos elevados e que na aplicação, geralmente, não atinge o alvo, devido a pequena área foliar das plantas em pós-emergência. Portanto, a prática contribui para reduzir o impacto negativo no ecossistema, uma vez que não afeta diretamente os inimigos naturais que estão se estabelecendo nesta fase de desenvolvimento da cultura. A técnica ainda apresenta a vantagem do uso ser relativamente fácil e em alguns casos, de baixo custo. Atualmente, existe uma variação bastante grande nos preços de inseticidas, na toxicidade e na eficiência no do tratamento de sementes. Tem-se observado que determinados grupos de inseticidas possibilitam melhor controle de lagartas (elasmo, lagarta-rosca), outros apresentam melhor desempenho para insetos sugadores (percevejo castanho, percevejo barriga verde, percevejo preto), térmitas (cupins) e finalmente, larvas de coleóopteros (bicho-bolo, larva-arame, larva-alfinete). Para cada caso, a escolha do inseticida deve estar em consonância com os registros no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Tabela 1).


Tabela 1. Inseticidas registrados para o controle de insetos-praga na cultura do milho. 2002.
 

Praga

Ingrediente ativo

Nome comercial

Form.

C.TOX.

Dose (p.c./ha)

Fabricante

Agrotis ipsilon

carbaryl

Carbaryl Fersol 480 SC

SC

II

2,0 - 3,0 l

Fersol



Carbaryl Fersol Pó 75

DP

III

15,0 - 20,0 kg

Fersol


carbofuran

Furadan 350 TS

SC

I

2,0 - 3,0 l/100 kg sem.

FMC



Ralzer 350 SC

SC

I

2,0 - 3,0 l/100 kg sem.

Fersol


terbufos

Counter 150 G

GR

I

13,0 kg

Basf



Counter 50 G

GR

I

40,0 kg

Basf


chlorpyrifos

Lorsban 480 BR

EC

II

1,0 l

Dow AgroSciences



Vexter

EC

II

1,0 l

Dow AgroSciences


cypermethrin

Galgotrin

EC

II

0,06 l

Chemotécnica Sintyal


lambdacyhalothrin

Karate Zeon 250 CS

CS

III

0,01 l

Syngenta


permethrin

Pounce 384 CE

EC

II

0,01 - 0,013 l

FMC

Astylus variegatus

carbofuran

Furadan 350 TS

SC

I

2,0 - 3,0 l/100 kg

sem.

Cornitermes snyderi

carbofuran

Furadan 350 TS

SC

I

2,0 - 3,0 l/100 kg sem.

FMC



Furazin 310 TS

SC

I

2,25 l/100 kg sem.

FMC


carbosulfan

Marshal TS

SC

II

2,0 - 2,8 l/100 kg sem.

FMC



Marzinc 250 TS

DS

II

2,0 kg/100 kg sem.

FMC

Daubulus maidis

imidaclorprid

Gaucho FS

SC

IV

0,8 l

Bayer


thiomethoxan

Cruiser

DP

III

0,15 - 0,2 kg/100 kg sem.

Syngenta

Deois flavopicta

carbofuran

Diafuran 50

GR

I

20,0 kg

Hokko


carbosulfan

Marshal TS

FS

II

2,4 - 2,8 l/100 kg sem.

FMC


imidacloprid

Gaucho FS

FS

IV

0,6 l/100 kg sem.

Bayer


thiamethoxan

Cruiser 700 WS

WS

III

0,15 - 0,20 kg/100 kg sem.

Syngenta


thiodicarb

Semevin 350

SC

III

2,0 l/100 kg sem.

Aventis

Diabrotica speciosa

chlorpyrifos

Astro

EW

III

2,6 l

Bayer



Lorsban 10 G

GR

IV

11,0 kg

Dow AgroSciences



Sabre

EW

III

2,6 l

Dow AgroSciences


fipronil

Regente 800 WG

WG

II

0,1 kg

Aventis


imidacloprid

Gaucho

WP

IV

0,7 kg/100 kg sem.

Bayer


phorate

Granutox 150 G

GR

II

17 kg

Basf


terbufos

Counter 50 G

GR

I

40 kg

Basf



Counter 150 G

GR

I

13 kg

Basf

Dichelops furcatus

imidacloprid

Gaucho FS

SC

IV

0,35 l/100 kg sem.

Bayer


thiamethoxan

Cruiser 700 WS

DP

III

0,3 kg/100 kg sem.

Syngenta

Diloboderus abderus

thiodicarb

Futur 300

SC

III

2,0 l/100 kg sem.

Aventis



Semevin 350

SC

III

2,0 l/100 kg sem.

Aventis

Elasmopalpus lignosellus

carbaryl

Carbaryl Fersol 480 SC

SC

II

2,0 - 2,3 l

Fersol



Carbaryl Fersol Pó 75

DP

III

15,0 - 20,0 kg

Fersol



Sevin 480 SC

SC

II

1,9 - 2,25 l

Aventis


carbofuran

Carbofuran Sanachem 350 TS

SC

I

2,0 - 3,0 l/100 kg sem.

Dow AgroSciences



Carboran Fersol 350 SC

SC

I

2,0 l/100 kg sem.

Fersol



Diafuran 50

GR

I

30 kg

Hokko



Furandan 350 SC

SC

I

3,0 - 4,0 l

FMC



Furadan 350 TS

SC

I

2,0 - 3,0 l/100 kg sem.

FMC



Furadan 50 G

GR

III

30,0 kg

FMC



Furazin 310 TS

SC

I

2,25 l/100 kg sem

FMC



Ralzer 350 SC

SC

I

2,0 - 3,0 l/100 kg sem.

Fersol



Ralzer 50 GR

GR

I

30,0 kg

Fersol


carbosulfan

Marshal TS

SC

II

2,4 - 2,8 l/100 kg sem.

FMC



Marzinc 250 TS

DP

II

2,0 kg/100 kg sem.

FMC


chlorpyrifos

Lorsban 480 BR

EC

II

1,0 l

Dow AgroSciences



Vexter

EC

II

1,0 l

Dow AgroSciences


furathiocarb

Promet 400 CS

SL

III

1,6 l/100 kg sem.

Syngenta


thiodicarb

Futur 300

SC

III

2,0 l/100 kg sem.

Aventis



Semevin 350

SC

III

2,0 l/100 kg sem.

Aventis

Frankliniella williamsi

imidacloprid

Gaucho FS

SC

IV

0,8 l/100 kg sem.

Bayer

Helicoverpa zea

carbaryl

Carbaryl Fersol 480 SC

SC

II

2,0 - 2,3 l

Fersol



Carbaryl Fersol Pó 75

DP

III

15,0 - 20,0 kg

Fersol



Sevin 480 SC

SC

II

1,90 - 2,25 l

Aventis


parathion-methyl

Bravik 600 CE

EC

I

0,45 - 0,67 l

Action


trichlorphon

Dipterex 500

SL

II

0,8 - 2,0 l

Bayer



Trichorfon 500 Milena

SL

II

1,0 - 2,0 l

Milenia

Mocis latipes

carbaryl

Carbaryl Fersol 480 SC

SC

II

2,0 - 2,3 l

Fersol



Carbaryl Fersol Pó 75

PD

III

15,0 - 20,0 kg

Fersol



Sevin 480 SC

SC

II

1,9 - 2,,25 l

Aventis


chlorpyrifos

Lorsban 480 BR

EC

II

0,6 l

Dow AgroSciences



Vexter

EC

II

0,6 l

Dow AgroSciences


malathion

Malathion 500 CE Sultox

EC

III

2,5 l

Action


parathion-methyl

Bravik 600 CE

EC

I

0,45 - 0,675 l

Action



Folisuper 600 BR

EC

I

0,25 - 0,65 l

Agripec


trichlorphon

Dipterex 500

SL

II

0,8 - 2,0 l

Bayer



Triclorfon 500 Milenia

SL

II

1,0 - 2,0 l

Milenia

Procornitermes triacifer

benfuracarb

Laser 400 SC

SC

II

1,75 - 2,5 l/100 kg sem.

Iharabras



Oncol Sipcam

SC

II

1,75 - 2,5 l/100 kg sem.

Sipcam


carbofuran

Furadan 350 TS

SC

I

2,0 - 3,0 l/100 kg sem.

FMC



Furazin 310 TS

SC

I

2,25 l/100 kg sem.

FMC


carbosulfan

Marshal TS

SC

II

2,0 - 2,8 l/100 kg sem.

FMC



Marzinc 250 TS

DS

II

2,0 kg/100 kg sem.

FMC


imidacloprid

Gaucho FS

FS

IV

0,25 l/100 kg sem.

Bayer


terbufos

Counter 50 G

GR

I

40 kg

Basf



Counter 150 G

GR

I

13 kg

Basf

Rhopalosiphum maidis

imidacloprid

Gaucho FS

SC

IV

0,8 l/100 kg sem.

Bayer

Scaptocoris castanea

terbufos

Counter 50 G

GR

I

40 kg

Basf



Counter 150 G

GR

I

13 kg

Basf

Spodoptera

alpha-cypermethrin

Fastac 100 SC

SC

III

0,05 l

Basf

frugiperda

beta-cyfluthrin

Bulldock 125 SC

SC

II

0,04 l

Bayer



Full

EC

II

0,1 l

Bayer



Novapir

EC

II

0,1 l

Cheminova



Turbo

EC

II

0,1 l

Bayer


carbaryl

Carbaryl Fersol 480 SC

SC

II

2,0 - 2,3 l

Fersol



Carbaryl Fersol Pó 75

DP

III

15,0 - 20,0 kg

Fersol Ltda.



Sevin 480 SC

SC

II

1,9 - 2,25 l

Aventis


carbofuran

Carbofuran Sanachem 350 TS

SC

I

2,0 - 3,0 l

Dow AgroSciences



Carboran Fersol 350 SC

SC

I

2,0 kg/100 kg sem.

Fersol



Diafuran 50

GR

I

20,0 - 30,0 kg

Hokko



Furadan 350 TS

SC

I

2,0 - 3,0 l/100 kg sem.

FMC



Furadan 50 G

GR

III

20,0 - 30,0 kg

FMC



Ralzer 350 SC

SC

I

2,0 - 3,0 l/100 kg sem.

Fersol



Ralzer 50 GR

GR

I

20,0 - 30,0 kg

Fersol


chlorfenapyr

Pirate

SC

III

0,5 - 0,75 l

Basf


chlorfluazuron

Atabron 50 CE

EC

I

0,15 - 0,3 l

Ishihara


chlorpyrifos

Astro

EW

III

0,3 - 0,5 l

Bayer



Clorpirifós Fersol 480 CE

EC

II

0,4 - 0,6 l

Fersol



Clorpirifos Sanachem 480 CE

EC

I

0,4 - 0,6 l

Dow AgroSciences



Klorpan 480 CE

EC

II

0,4 - 0,6 l

Agripec



Lorsban 480 BR

EC

II

0,4 - 0,6 l

Dow AgroSciences



Nufos 480 CE

EC

III

0,4 - 0,6 l

Cheminova



Pyrinex 480 CE

EC

II

0,4 l

Agricur



Sabre

EW

III

0,3 - 0,5 l

Dow AgroSciences



Vexter

EC

II

0,4 - 0,6 l

Dow AgroSciences


cyfluthrin

Baytroid CE

EC

III

0,3 l

Bayer


cypermethrin

Arrivo 200 CE

EC

III

0,05 - 0,08 l

FMC



Cipermetrina Nortox 250 CE

EC

I

0,04 - 0,065 l

Nortox



Cipertrin

EC

II

0,05 - 0,06 l

Prentiss



Commanche 200 CE

EC

III

0,05 - 0,06 l

FMC.



Cyptrin 250 CE

EC

I

0,05 - 0,06 l

Agripec



Galgotrin

EC

II

0,05 l

Chemotécnica Sintyal



Ripcord 100

EC

II

0,1 l

Basf


deltamethrin

Decis 25 CE

EC

III

0,2 l

Aventis



Decis 4 UBV

UL

III

1,3 - 2,0 l

Aventis



Decis 50 SC

SC

IV

0,05 - 0,075 l

Aventis



Decis Ultra 100 CE

EC

I

0,04 - 0,05 l

Aventis



Keshet 25 CE

EC

I

0,2 l

Agricur


deltamethrin + triazophos

Deltaphos

EC

I

0,25 - 0,35 l

Aventis


diflubenzuron

Dimilin

WP

IV

0,1 kg

Uniroyal


enxofre

Kumulus DF

WG

IV

1,0 kg

Basf


esfenvalerate

Sumidan 25 CE

EC

I

0,6 - 0,8 l

Sumitomo


etofenprox

Trebon 300 CE

EC

III

0,07 - 0,1 l

Sipcam


fenitrothion

Sumibase 500 CE

EC

II

1,0 - 2,0 l

Sumitomo



Sumithion 500 CE

EC

II

1,0 - 1,5 l

Sumitomo


fenpropathrin

Danimen 300 CE

EC

I

0,1 - 0,12 l

Sumitomo


furathiocarb

Promet 400 CS

SL

III

1,6 l/100 kg sem.

Syngenta


lambda-cyhalothrin

Karate 50 CE

EC

II

0,15 l

Syngenta



Karate Zeon 250 CS

CS

III

0,03 l

Syngenta



Karate Zeon 50 CS

CS

III

0,15 l

Syngenta


lufenuron

Match CE

EC

IV

0,3 l

Syngenta


malathion

Malathion 500 CE Sultox

EC

III

2,5 l

Action


methomyl

Lannate BR

SL

I

0,6 l

Du Pont



Lannate Express

SL

II

0,6 l

Du Pont



Methomex 215 LS

SL

II

0,6 l

Agricur


methoxyfenozide

Intrepid 240 SC

SC

IV

0,15 - 0,18 l

Dow AgroSciences



Valient

SC

IV

0,15 - 0,18 l

Bayer


monocrotophos

Agrophos 400

SL

I

0,6 - 0,9 l

Agripec


novaluron

Gallaxy 100 CE

EC

IV

0,15 l

Agricur



Rimon 100 CE

EC

IV

0,15 l

Agricur


parathion-methyl

Bravik 600 CE

EC

I

0,45 - 0,675 l

Action



Folidol 600

EC

II

0,45 - 0,675 l

Bayer



Folidol ME

CS

III

0,7 l

Bayer



Folisuper 600 BR

EC

I

0,25 - 0,65 l

Agripec



Mentox 600 CE

EC

II

0,65 l

Prentiss



Paracap 450 MCS

CS

III

0,7 l

Cheminova



Parathion Metílico Pikapau

DP

I

0,65 l

Químicas São Vicente


permethrin

Ambush 500 CE

EC

II

0,05 l

Syngenta



Corsair 500 CE

EC

II

0,1 l

Aventis.



Permetrina Fersol 384 CE

EC

I

0,1 - 0,13 l

Fersol



Piredan

EC

II

0,065 l

Du Pont



Pounce 384 CE

EC

II

0,065 l

FMC



Talcord 250 CE

EC

II

0,1 l

Basf



Valon 384 CE

EC

II

0,065 l

Dow AgroSciences


profenofos

Curacron 500

EC

III

0,5 l

Syngenta


pyridaphenthion

Ofunack 400 CE

EC

III

0,5 l

Sipcam


spinosad

Credence

SC

III

0,037 - 0,1 l

Dow AgroSciences



Tracer

SC

III

0,037 - 0,1 l

Dow AgroSciences


tebufenozide

Mimic 240 SC

SC

IV

0,3 l

Dow AgroSciences


thiodicarb

Futur 300

SC

III

2,0 l /100 kg sem.

Aventis.


thiodicarb

Futur 300

SC

III

2,0 l /100 kg sem.

Aventis.



Larvin 800 WG

WG

II

0,1 - 0,15 l

Aventis.



Semevin 350

SC

III

2,0 l/100 kg sem.

Aventis


triazophos

Hostathion 400 BR

EC

I

0,3 - 0,5 l

Aventis.


trichlorphon

Dipterex 500

SL

II

0,8 - 2,0 l

Bayer



Triclorfon 500 Milena

SL

II

1,0 - 2,0 l

Milenia


triflumuron

Alsystin 250 PM

WP

IV

0,1 kg

Bayer



Alsystin 480 SC

SC

IV

0,05 l

Bayer.



Brigadier

WP

II

0,1 kg

Bayer



Certero

SC

IV

0,05 l

Bayer



Rigel

SC

IV

0,05 l

Cheminova


zeta-cypermethrin

Fury 180 EW

EW

II

0,04 l

FMC



Fury 200 EW

EW

III

0,08 - 0,1 l

FMC



Fury 400 CE

EC

II

0,05 - 0,08 l

FMC

Syntermes molestus

benfuracarb

Laser 400 SC

SC

II

1,75 - 2,5 l/100 kg sem.

Iharabras



Oncol Sipcam

SC

II

1,75 - 2,5 l/100 kg sem.

Sipcam


carbofuran

Furadan 350 TS

SC

I

2,0 - 3,0 l/100 kg sem.

FMC



Furazin 310 TS

SC

I

2,25 l/100 kg sem.

FMC


carbosulfan

Marshal TS

SC

II

2,0 - 2,8 l/100 kg sem.

FMC



Marzinc 250 TS

DS

II

2,0 kg/100 kg sem.

FMC


imidacloprid

Gaucho

WS

IV

1 kg/100 kg sem.

Bayer



Gaucho FS

FS

IV

0,4 l/100 l água

Bayer


terbufos

Counter 50 G

GR

I

40 kg

Basf



Counter 150 G

GR

I

13 kg

Basf


thiodicarb

Futur 300

SC

III

2,0 l/100 kg sem.

Aventis



Semevin 350

SC

III

2,0 l/100 kg sem.

Aventis

Fonte: MAPA Agrofit.

O período de proteção das sementes e das plantas recém-emergidas proporcionado pelo tratamento de sementes dependerá da interação de vários fatores. Pode-se destacar os relacionados com a própria semente (tamanho, formato, textura, permeabilidade), com a natureza dos inseticidas (modo e espectro de ação, formulação, dose) e com as características do ambiente (pressão de infestação da praga, textura, temperatura e umidade do solo). Associado a esses fatores, também é importante levar em consideração a qualidade da aplicação, como o tipo de equipamento utilizado e a qualificação e capacitação do pessoal envolvido.

Dependendo da toxicidade do inseticida, o tratamento de sementes pode ser realizado na própria fazenda, ou deve ser realizado em Centros de Tratamentos de Sementes ou em revendas especializadas com máquinas apropriadas e com pessoal treinado. Nas fazendas, geralmente são utilizados tambores rotativos (Fig. 1), construídos especificamente para essa finalidade. No entanto, independente do equipamento ou inseticida utilizado, todos os cuidados devem ser tomados para evitar possíveis contaminações ou intoxicações do operador.

Foto: Acervo Embrapa Milho e Sorgo.
Fig. 1. Tambor rotativo para tratamento de sementes.

No caso da semente de milho, a eficiência na distribuição da semente tratada no sulco de semeadura pode ser melhorada com a adição de grafite em pó. Isso se deve ao fato, que a semente tratada com inseticida apresenta uma alteração em sua forma original, muitas vezes trazendo como conseqüência maior dificuldade de escoamento dentro do compartimento da semeadora. Nesse caso, o uso de grafite melhora o escoamento das sementes tratadas, especialmente em sistemas de distribuição através de discos. Aos contrário, o excesso de grafite, colocado nos sistemas de dedos (garras), tem funcionado de maneira contrária. A quantidade recomendada de grafite varia de acordo com o tamanho da semente. Sementes maiores demandam uma maior quantidade. Em média, recomenda-se cerca de 2 a 4 gramas de grafite em pó por quilo de semente tratada.

Como recomendação final, sugere-se que as sementes tratadas não sejam armazenadas e que se faça a semeadura em poucos dias após o tratamento. Os inseticidas geralmente não afetam a germinação de sementes de alta qualidade. Entretanto, sementes de qualidade inferior, podem ter o vigor afetado e conseqüuentemente reduzir o número de plantas na lavoura. Deve-se também, evitar que as sementes fiquem descobertas no sulco de plantio, pois são tóxicas para pássaros e outros animais.

Seletividade de inseticidas

No passado a escolha de determinado inseticida para uso contra as pragas da agricultura era baseada na capacidade do produto químico de atuar rapidamente e sobre diferentes espécies de praga. Geralmente eram produtos de amplo espectro de ação, e, invariavelmente altamente tóxico. Por apresentarem custo relativamente baixo, tais produtos químicos eram considerados como um seguro para a produção de alimentos. Eram utilizados independente da necessidade. No entanto, com o passar dos anos foi fácil verificar os efeitos danosos dos produtos para a natureza como um todo. E, especialmente em relação ao método de controle em si, começaram-se a aparecer raças resistentes de pragas e até mesmo novas pragas, anteriormente presentes, porém em nível populacional baixo em virtude da ação de diferentes agentes de controle natural. Atualmente, o conceito do controle químico tem mudado. Há uma preocupação crescente não só pela sociedade como um todo, mas também pelo próprio agricultor, com o uso indiscriminado de produtos químicos. Tem-se buscado inclusive pelas empresas produtoras de inseticidas, produtos que sejam menos danosos ao ambiente - tem-se portanto, buscado a seletividade dos produtos. Tal seletividade pode ser alcançada através do produto em si, por exemplo, produtos que atuem somente sobre determinados grupos ou sobre determinadas fases da fisiologia dos insetos (inseticidas fisiológicos). A seletividade também pode ser alcançada através de aplicações dirigidas. Por exemplo, a aplicação de inseticidas para o controle da lagartas no cartucho da planta de milho posicionando o bico de pulverização de modo a aplicar o produto somente na área desejada utilizando o trator é mais seletiva do que a aplicação via água de irrigação (que é uma aplicação em área total). De maneira semelhante, o tratamento de sementes é mais seletivo do que a pulverização, em função da formulação do produto e do modo de utilização. A seletividade também pode ser em relação a determinados inimigos naturais. Por algum mecanismo do inseto, ele pode não ser afetado drasticamente por determinado produto químico. Tais produtos devem ser preferidos em programas de manejo.

Aplicação de Inseticidas via Água de Irrigação

Define-se como insetigação, a aplicação de inseticidas via água de irrigação. Na insetigação o sistema de irrigação por aspersão, tem sido o método mais utilizado para a aplicação dos inseticidas. A técnica iniciou-se na América do Norte na década de 60 visando o controle de pragas foliares com a utilização dos inseticidas azinphos methyl e carbaryl para o controle de insetos-praga na cultura do milho. No Brasil, a insetigação começou a ser utilizada na década de 80, havendo uma grande escassez de informações técnicas para as nossas condições. Atualmente, com a expansão de áreas agrícolas irrigadas, tem-se utilizado aplicações de inseticidas via irrigação por aspersão, muita das vezes, sem se conhecer parâmetros técnicos necessários para se obter a melhor eficiência e redução de riscos oriundos de qualquer utilização de defensivos agrícola.

A insetigação tem sido utilizada com sucesso para o controle de diversas pragas e culturas, entretanto existem exemplos de insucessos, indicando que o método não se aplica para todas as condições. As doses dos inseticidas aplicados na insetigação são as mesmas utilizadas em pulverizações pelos utilizando-se os métodos convencionais (tratorizada ou costal). As primeiras avaliações de inseticidas na insetigação, baseiaram-se nos princípios ativos que apresentavam eficiência comprovada através de pulverização para o controle de determinada praga.

Vários parâmetros são relevantes para se obter uma boa eficiência na insetigação e evitar riscos, destacando-se as condições ambientais (velocidade do vento, umidade relativa, precipitação pluviométrica), tipo e umidade do solo, seleção de inseticidas (solubilidade em água, dose), volume, qualidade e velocidade do fluxo de água e compatibilidade de produtos. Na utilização da insetigação, deve-se precaver contra aplicações indiscriminadas de inseticidas, cuidados no manuseio de inseticidas que na maioria são inflamáveis, utilizar equipamentos de segurança adequados, evitar deriva e não entrar na área logo após ser tratada.

O emprego dessa técnica tem sido pesquisada na Embrapa Milho e Sorgo para o controle da lagarta-do-cartucho, Spodoptera frugiperda, lagarta-da-espiga, Helicoverpa zea, lagarta elasmo, Elasmopalpus lignosellus e larva alfinete, Diabrotica speciosa. Os resultados indicam que essas pragas podem ser controladas empregando os inseticidas aplicados via água de irrigação por aspersão mostrados na Tabela 2.


Tabela 2
. Inseticidas com melhores performance para o controle de insetos-pragas de milho aplicados via irrigação por aspersão. EMBRAPA/CNPMS.

Insetos-praga

Inseticida (i.a.)

Dose (i.a./ha)

Lâmina de água (mm)

Lagarta-do-cartucho

chlorpyrifos
fenvalerate
carbaryl
diazinon
lambdacyalothrin
spinosad

288
200
1105
480
10
48

6 mm

Lagarta elasmo

chlorpyrifos

480

10 mm

Larva alfinete

chlorpyrifos
imidacloprid

480
140

10 mm

Lagarta-da-espiga

cyfluthrin
fenitrothion

15
750

10 mm

Fonte: Paulo Afonso Viana.

Os inseticidas mostrados na Tabela 2 podem ser aplicados utilizando equipamentos convencionais de irrigação (tipo lateral portátil) ou através de pivô. Para o equipamento convencional a calda inseticida pode ser injetada no sistema de irrigação através de bomba dosadora ou de um equipamento portátil de injeção desenvolvido na Embrapa Milho e Sorgo, denominado "vaquinha" (Fig. 2). Para o pivô central, utiliza-se a bomba dosadora. Independentemente do método de injeção adotado, a qualidade dos resultados obtidos na aplicação depende do cálculo correto de variáveis como taxa de injeção, quantidade do inseticida a ser injetada, volume do tanque de injeção e dose do inseticida a ser aplicada na área irrigada.


Foto: Paulo Afonso Viana.
Fig. 2. Equipamento portátil de injeção desenvolvido na Embrapa Milho e Sorgo denominado "vaquinha".

Desde o início de sua utilização, a insetigação, tem adaptado tecnologias existentes, tanto na parte de equipamentos ou dos químicos a serem aplicados. No futuro, novas formulações de inseticidas deverão ser desenvolvidas para essa modalidade de aplicação, visando obter maior eficiência no controle das pragas. Pesquisas deverão ser conduzidas objetivando reduzir a quantidade de inseticidas aplicados nas lavouras, com reflexos diretos nos custos de produção e de contaminação ambiental. A indústria deverá desenvolver equipamentos para alta eficiência tanto para irrigação como para aplicação de produtos químicos. Melhoria de eficiência de controle de pragas poderá também ser obtida com novos aspersores, tanques e depósitos para a mistura da calda inseticida, microprocessador controlando irrigação e injeção.

Controle Biológico: Papel dos inimigos naturais no controle das pragas

Em função da importância de insetos-praga da ordem Lepidoptera (mariposas, especialmente) como pragas da cultura do milho no Brasil e também em relação ao aparecimento de populações resistentes aos inseticidas, como é o caso da lagarta-do-cartucho, as pesquisas com controle biológico têm aumentado no país. Deve-se considerar que, em certas circunstâncias, os inimigos naturais podem diminuir consideravelmente a população da praga no campo.

São importantes inimigos naturais das principais pragas do milho quatro espécies de vespas (chamados parasitóides, ou seja, insetos cujas larvas se desenvolvem dentro dos ovos ou das lagartas da praga) e, talvez, o mais importante, e facilmente percebido no campo, a chamada "tesourinha", presente no cartucho da planta ou na espiga. Todos esses inimigos naturais atuam nas primeiras fases de desenvolvimento da praga, e, portanto, evitando danos significativos à planta.

Dos parasitóides dois atuam exclusivamente sobre os ovos da praga, impedindo a eclosão da larva: Trichogramma spp. (Fig. 3) e Telenomus remus (Fig. 4). São insetos facilmente criados no laboratório, a um custo inferior ao do produto químico padrão. Esses inimigos naturais já estão sendo liberados em áreas comerciais, em diferentes regiões do Brasil, com sucesso. O ciclo total dessas vespas varia entre 10 e 12 dias.


Foto: Ivan Cruz.
Fig. 3 Trichogramma spp.

Foto: Ivan Cruz.
Fig. 4 Telenomus remus.

A vespa Chelonus insularis (Fig. 5) é de ocorrência comum no Brasil. A fêmea coloca seus ovos no interior dos ovos da praga, permitindo no entanto a eclosão das larvas. A larva parasitada não provoca danos significativos ao milho. O ciclo biológico total do parasitóide é de 28 dias, distribuídos em período de incubação de 1,8 dias, período larval de 20,4 dias e período pupal de 6,2 dias. A larva parasitada sai precocemente do cartucho, dirigindo-se para o solo, onde constrói uma câmara. Após a construção desta câmara a larva do parasitóide perfura o abdômen da lagarta-do-cartucho e dentro da câmara, constrói seu casulo e transforma-se em pupa.


Foto: Ivan Cruz.
Fig. 5 Vespa Chelonus insularis.

Campoletis flavicincta (Fig. 6) é uma outra vespa medindo cerca de 7 mm de comprimento, que coloca seus ovos no interior do corpo de lagartas de S. frugiperda recém-nascidas. Uma só fêmea pode parasitar mais de 200 lagartas. O ciclo biológico completo do inseto é de 16,5 dias. Dentro da lagarta-do-cartucho o parasitóide passa cerca de 9,6 dias. A larva parasitada reduz significativamente o alimento ingerido. Próximo à saída da larva do parasitóide, o inseto parasitado sai do cartucho da planta e dirige-se para as folhas mais altas da planta. Neste local fica praticamente imóvel até ser morto pelo parasitóide que perfura seu abdômen.


Foto: Ivan Cruz.
Fig.6. Campoletis flavicincta.

A tesourinha Doru luteipes (Fig. 7) tem presença constante na cultura de milho. Tanto os imaturos quanto os adultos alimentam-se de ovos e de lagartas pequenas da praga. Um adulto do predador pode consumir cerca de 21 larvas pequenas por dia. Os ovos da tesourinha são colocados dentro do cartucho da planta, sendo que uma postura possui em média, 27 ovos. O período de incubação dura cerca de sete dias. As ninfas, a semelhança dos adultos são também predadoras. A fase ninfal dura em torno de 40 dias. Os adultos podem viver quase um ano. A presença do predador em até 70% das plantas de milho é suficiente para manter a praga sob controle.

Foto: Ivan Cruz.
Fig. 7. Tesourinha Doru luteipes.

Existem vários outros inimigos naturais da lagarta-do-cartucho que de certa forma contribuem para diminuir a população da praga na cultura do milho. No entanto, os mencionados aqui já são criados em laboratório e apresentam com grande potencial para serem utilizados em liberações inundativas ou inoculativas.

A conscientização de que os inimigos naturais podem ser aliados importantes no manejo de pragas tem forçado a busca de inseticidas e/ou aplicações mais seletivas. No caso específico da cultura de milho, o predador Doru luteipes por sua importância no controle biológico da praga, além de todas as suas formas biológicas estarem intimamente ligadas ao cartucho da planta, é o mais sujeito a ação dos produtos químicos. Por essa razão, tem-se avaliado o impacto dos diferentes produtos químicos sobre suas fases. Sabe-se que os adultos são mais tolerantes a vários produtos, especialmente biológicos e fisiológicos. No entanto ovos e formas imaturas são bem mais sensíveis. A sensibilidade desse e de outros inimigos naturais bem como os critérios para a escolha de um produto químico para uso no manejo integrado de S. frugiperda em milho, foram abordados por Cruz (1997).

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